sexta-feira, 18 de janeiro de 2008

libertação de uma garça-real

O CERVAS (Centro de Ecologia, Recuperação e Vigilância de Animais Selvagens), estrutura do Parque Natural da Serra da Estrela vem por este meio convidar todos os sócios e dirigentes do núcleo da Quercus da Guarda para assistir à libertação de uma garça-real que foi encontrada ferida em Sebadelhe - Vila Nova de Foz Coa. A libertação será precedida de uma pequena palestra sobre garças e sobre o nosso centro de recuperação. Esta acção será dia 26 de Janeiro, sábado, e o encontro está marcado na Junta de Freguesia de Sebadelhe pelas 11h.Por motivos logísticos, agradecia que durante a próxima semana confirmasse se vão estar presentes e quantas pessoas serão. Obrigada,Fábia Azevedo-- O Centro de Ecologia, Recuperação e Vigilância de Animais Selvagens (CERVAS) é uma estrutura do Parque Natural da Serra da Estrela que tem como objectivos detectar e solucionar diversos problemas associados à conservação e gestão das populações de animais selvagens e dos seus habitates. As linhas de acção do CERVAS são a recuperação de animais selvagens feridos ou debilitados, o apoio e/ou a realização de trabalhos de monitorização ecológica e sanitária das populações de animais selvagens, o apoio e fomento à aplicação do Programa Antídoto – Portugal , a promoção da sensibilização ambiental em matéria de conservação e gestão dos animais selvagens e o funcionamento como unidade intermédia de gestão e transferência de informação e amostras tratadas através de parcerias científicas.

segunda-feira, 7 de janeiro de 2008

Bolsas de investigação em Ecologia de estradas

Está aqui uma boa oportunidade pena eu não poder ir. Aproveitem quem quiser o documento peça que eu envio.

Agradecia que divulgassem este concurso para duas bolsas em Ecologia de Estradas.
ClaraClara Grilo
Departamento de Biologia Animal/Centro de Biologia AmbientalFaculdade de Ciências da Universidade de Lisboa 1749-018 Lisboa Tel. 00351 750 00 00 ext. 26272

Loba abatida a tiro junto a duas povoações

JN. 4-1-08
Carlos Rui Abreu
Uma loba foi encontrada morta, anteontem, junto aos lugares de Figueiró e Barbeita, na freguesia de Aboim, Fafe. O animal, espécie protegida, foi recolhido pelo veterinário municipal que, após uma primeira avaliação, concluiu que "terá sido preso através do recurso à técnica do laço e depois abatido com dois tiros de pistola". Jorge Silva adiantou, ainda, que a loba não possuía qualquer identificação (chip) e que aparentava cerca de três anos.
A técnica do laço é muito usada na região por caçadores furtivos de javalis e António Novais, presidente da Junta, reconhece que a presença desse tipo de caçadores na freguesia "é constante". No que diz respeito à presença de lobos, o autarca garantiu que foi a primeira vez que viu um exemplar, mas afiançou que alguns conterrâneos já se têm queixado de baixas nos rebanhos. "Há dias, um pastor dizia-me que lhe faltavam uns anhos, mas o pior foi há cerca de dois anos, quando algumas ovelhas foram estraçalhadas", explicou. António Novais lamentou, no entanto, que nunca tenha ficado provado que tivessem sido os lobos, porque, dessa forma, os pastores não receberam as indemnizações.
Nesta área, a responsabilidade da avaliação dos ataques dos lobos pertence ao Parque Nacional Peneda-Gerês. Carlos Pinto, representante do parque, esclareceu apenas que "a loba foi recolhida junto dos serviços veterinários de Fafe para agora prosseguirem as averiguações". O responsável disse que "são raras as situações em que o lobo é abatido" e, caso os veterinários do parque confirmem a avaliação do municipal de Fafe, a ocorrência segue para a GNR que, através do Serviço de Protecção da Natureza e do Ambiente, levantará o auto e prosseguirá investigações.
O lobo é uma espécie protegida e, pelo censos realizado em 2003, estima-se que existam em Portugal cerca de 300 exemplares. Francisco Fonseca, da associação não-governamental Grupo Lobo, confirmou que perto de Aboim estão referenciadas algumas alcateias, sendo a mais próxima a da serra da Cabreira. "Pode ter sido um crime, até porque o laço é proibido por lei, mas o abate a tiro pode ter a atenuante do animal se encontrar já em sofrimento quando foi abatido", esclareceu. JN

Não foi morta nas estradas como se trata de lobos decidi publicar a noticia.